sábado, 4 de julho de 2009

Acredite se quiser - O Serra é SERRA

Enviado por um soldado da Policia Militar, que não quer seu nome revelado, possuindo receio de retaliação.
Rildo Marques de Oliveira
Centro Santo Dias DH da Arquidiocese de SP
Subject: O Serra é SERRA



O Serra é SERRA..

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

13ºBATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR DO INTERIOR

2ª COMPANHIA DE POLÍCIA MILITAR DE TAQUARITINGA

2º TENENTE PM LOPES - COMANDANTE DO 1º PELOTÃO DA 2ªCIA
José Serra - Governador do Estado de São Paulo, é contra a PEC 300
Quero informar a todos os militantes da PEC 300/08 que sou diretor suplente da 4a Regional da Associação dos cabos e Sds do Estado de São Paulo, e ontem dia 15.04 de 2009 estive com o Presidente Regional que por sua vez veio de uma reunão com o Presidente Estadual CB PM WILSON, onde foi passada a seguinte mensagem:
. "O Governador José Serra proibiu a entidade de se envolver em qualquer manifestação salarial, seja ela de âmbito estadual ou mesmo de apoio a PEC 300/08, sob penalização de ter suspenso dos holerites dos policiais militares a cobrança da mensalidade mensal e outros descontos, o que no caso levaria a entidade a falência em pouco tempo." Ainda afirmou que o governador não deseja ver a PEC 300/08 aprovada, não pela falta de recursos e sim para que não sirva de propaganda política durante as eleição Presidencial.

Dessa forma a Associação dos Cabos e Soldados do Estado de São Paulo tendo como Presidente Estadual CB PM WILSON não militará em favor da nossa causa.

ULTIMATO!!!!!! CARO AMIGO ENVIEM PARA TODOS OS POLICIAIS E BOMBEIROS
MILITARES QUE VOCÊ CONHECE POIS ESSE CIDADÃO SERÁ CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA E TODOS PRECISAM SABER DISSO.

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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Blog da Petrobrás - queremos um Blog do PiG (partido da imprensa golpista)

fonte: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=11952


A propósito da fúria transparente do PiG contra a Petrobrás, o Conversa Afiada tem o prazer de publicar o comentário do amigo navegante Geraldo D. Chaves: transparência neles !

Geraldo S Chaves

Mais uma sobre o assunto na Internet. Não deixem de ler:
Carta Aberta ao Sr. Julio Cesar Mesquita [ANJ]
Link:
http://dialogico.blogspot.com/2009/06/carta-aberta-ao-sr-julio-cesar-mesquita.html

9 de Junho de 2009
Carta Aberta ao Sr. Julio Cesar Mesquita [ANJ]
Prezado Sr. Julio César Mesquita,

tivemos o desprazer de ler a nota da ANJ assinada pelo senhor. É difícil dizer, se ela é mais cretina, ou mais patética.

Iniciemos pela questão semântica: o senhor acusa a Petrobras de atitude antiética e esquiva. Bem, no nosso modesto entendimento, atitude antiética é a de quem falta com a ética, o que não parece ser o caso da Petrobras por, simplesmente, ter tornado público um tema que é, naturalmente, da esfera pública. Se o senhor não sabe, esclarecemos: a Petrobras é uma empresa mista, mas o Estado é o acionista majoritário. Assim, todo o cidadão brasileiro tem o direito de ter acesso a todas as informações que dizem respeito a esta empresa, venham elas de onde vierem.

E esquiva? Esquiva é atitude de quem se esconde ou esconde alguma coisa. O que também não é o caso da Petrobras, quando publiciza perguntas que lhe foram feitas a título de entrevista, o que indica uma ação a se tornar pública. Qual seria o sentido desta ou de qualquer entrevista para um jornal, se seu conteúdo não viesse a se tornar público?

Segue a nota: Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog. Onde se configura essa canhestra tentativa de intimidação? Desde quando divulgar informações de interesse público é uma atitude canhestra ou intimidatória? Omitir, sim, é canhestro. A criação de um blog é um direito de qualquer pessoa ou instituição. É uma ferramenta pública disponível na Internet e está acessível a qualquer um que deseje usá-la. E o blog da Petrobras foi criado, justamente, para publicar as omissões que os jornais, a quem o senhor representa, costumam praticar, sistematicamente, em relação a qualquer assunto e, agora, em particular, a Petrobras. Então, quem age de forma esquiva e canhestra?

Com relação à inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes. Como assim??? Parece-nos que a maior preocupação, nesse sentido, deveria ser da fonte e não do jornal!!! Quem corre o risco maior é sempre quem passa a informação! E podemos acrescentar, aí também, a questão da confiabilidade. Essa é uma relação de mão dupla. Quem informa tem a garantia de que a informação não será manipulada de acordo com interesses dessa ou daquela empresa de mídia? O senhor como Vice-Presidente da ANJ deveria saber o quanto esse risco é grande. Tanto é assim, que a Petrobras precisou criar um blog para publicar, na íntegra, as informações que os próprios jornais solicitaram e mutilaram.

“[...] as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem”. Para quem conhece a mídia brasileira, fica fácil de entender o porquê dessa atitude da Petrobras. Ela, simplesmente, quis se resguardar dessas costumeiras omissões e manipulações que os jornais fizeram sobre as informações que esta empresa encaminhou. E sobre o “processo no caso de suas informações não receberem um ‘tratamento adequado’”, é um direito inalienável da fonte e não tem nada a ver com intimidação.(O senhor já esqueceu do “dossiê” da Dilma?) Tem a ver, sim, com praticar jornalismo de verdade, factual. A fonte declarou X e o jornal publica X e não Y. Nessa equação, não há espaços para processos. Simples!!!

“Princípios universais de liberdade de imprensa”. Na opinião de Vice-Presidente da ANJ, quais são exatamente esses princípios? Vamos lhe dar o benefício da dúvida: talvez, o senhor tenha confundido liberdade de imprensa com liberdade de empresa. Para ser mais claro, se o senhor não entendeu: confundiu o direito universal de ser bem informado, com aquilo que as empresas de mídia no Brasil e no mundo impõem ao público como informação.

O senhor deveria saber. E, se não sabe, irá aprender agora: acabou a era da informação num único sentido. O mundo mudou, Sr. Julio César Mesquita. Isso que a Petrobras fez, já é feito há muito tempo na blogosfera. Uma mentira, uma manipulação só dura o tempo de alguém postar a outra versão dos fatos publicados nos jornais. A manifestação contra a “ditabranda” em frente a Folha de São Paulo este ano, para citar um exemplo, mostrou, para quem sabe observar, que nada mais será como antes em matéria de jornalismo.

A mídia corporativa sempre subestimou o papel desempenhado pela blogosfera. Mas é, justamente ela, que tem garantido um princípio elementar do jornalismo: o contraponto.
A Petrobras, democraticamente, fez uso desse contraponto. Garantiu o direito da sociedade a ser livremente informada, ao disponibilizar as informações omitidas pela imprensa.

O contraponto é o que permite a formação da opinião pública, ou seja, quando a população tem acesso às várias informações sobre o mesmo assunto. Nós não nos sentimos lesados pelas informações disponibilizadas pela Petrobras. Nós nos sentimos lesados pelas informações omitidas pelos sócios da ANJ.

A Petrobras, ao criar seu blog, deu transparência às informações. Quem tem, sistematicamente, se negado ao democrático escrutínio de seus atos, é a mídia corporativa brasileira!!!

O fato é esse: vocês perderem a tutela da informação. E isso é intolerável para o senhor e seus amigos da ANJ!

No mais, melhore a qualidade dos seus argumentos. A considerar pela nota que o senhor emitiu, dá para entender o porquê dos jornais estarem em tamanha decadencia.

Eugênio Neves e Claudia Cardoso
Porto Alegre – RS

Em tempo1: esta é uma carta aberta e será publicada em nosso blog –www.dialogico.blogspot.com - e na seção de comentários no blog da Petrobrás.

Em tempo 2: sugerimos a leitura dos comentários no blog Viomundo e no blog da Petrobras. Isso lhe dará uma idéia razoável da credibilidade que gozam ANJ e seus associados.

Em tempo 3: sugerimos a criação de um blog da ANJ, onde as pessoas possam disponibilizar, abertamente, as suas opiniões. Já que estamos falando de liberdade de imprensa…

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Veja também quais os motivos do PiG para atacar a Petrobras, segundo o blog do Azenha:

Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?

1 - Porque perdem o “monopólio da informação” e, com isso, autoridade sobre o público;

2 - Porque os leitores agora podem saber quais são TODAS AS PERGUNTAS feitas pelos jornais à Petrobras;

3 - Porque comparando todas as perguntas feitas pelos jornais e todas as respostas dadas pela Petrobras com o que é efetivamente publicado os leitores podem descobrir as manipulações feitas com as respostas no processo de edição;

4 - Porque essa comparação permite ao público descobrir quais as respostas da Petrobras serão simplesmente omitidas do jornal impresso para não “atrapalhar” a pauta;

5 - Porque comparando as perguntas feitas pelos diferentes jornais, o público pode entender que há gente alimentando simultaneamente os jornais com informações em busca de levantar a bola para a CPI;

6 - Porque as perguntas fornecem pistas sobre quem está alimentando os jornais com o objetivo de criar o “escândalo” necessário ao sucesso do palanque eleitoral da CPI;

7 - Porque essas pistas poderão levar o público a descobrir que os jornais são usados em campanhas eleitorais ou com objetivos inconfessáveis, como o de entregar o pré-sal a empresas estrangeiras;

8 - Porque o blog da Petrobras desloca público do jornal impresso para a internet, onde o público poderá receber informações, por exemplo, sobre como a grande imprensa brasileira atacou Getúlio Vargas quando ele criou a Petrobras;

9 - Porque todo esse processo pode deixar claro que a grande imprensa não é isenta, nem imparcial, nem honesta; que diz não ter lado, mas tem; que está a serviço de “uma causa”, assim como esteve quando fez campanha contra a criação da Petrobras ou em favor do golpe militar de 1964;

10 - Porque eles ainda não sairam do século 20.

Vá ao blog da Petrobras e contribua com a investigação dos jornais

É por isso que o Viomundo apóia o controle social dos gastos de publicidade de governos, órgãos e empresas públicas.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

O caso Nova Escola

05/06/2009 - 07:18

O caso Nova Escola

Do Site Observatório da Educação - 04.06

Ministério Público entra com ação civil contra FDE da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo por caso Nova Escola.

O Ministério Público de São Paulo propôs, em 26 de maio, ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita.

A Ação, que tem como fundamento possíveis irregularidades no contrato firmado sem licitação entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Victor Civita, requer a responsabilização dos agentes públicos por condutas que podem ser caracterizadas como improbidade administrativa.

Trata-se do desdobramento do Inquérito Civil Nº. 249/2009, que apura possíveis irregularidades na aquisição de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Em 1/10/2008, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do governo estadual firmou contrato com a Editora Abril no valor de R$ 3,74 milhões, para a compra. Não houve licitação.

A inexigibilidade da licitação foi justificada por “inviabilidade de competição”. Alega-se que o material adquirido possui especificidades e, por isso, não seria possível realizar a concorrência. Pela existência de outras publicações na área, e pela SEE não ter feito consulta ao professorado da rede.

Número estratosférico

O Promotor Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, designado para o caso, solicitou à FDE esclarecimentos dos motivos da contratação. Na ação civil, ele destaca o apontamento, pelo professorado, da existência de outras revistas que poderiam cumprir com a função pedagógica proposta pela Nova Escola. Diz ainda que “causa estranheza o próprio volume de assinaturas contratado, já que as revistas poderiam perfeitamente ser encaminhadas à biblioteca das escolas públicas ou sala de professores”.

Ele acrescenta que “em período anterior a este contrato, eram feitas 18.000 assinaturas e não o número estratosférico de 220.000″. O promotor afirma ser possível concluir que “houve a imposição de um único título aos professores da Rede Estadual de Ensino, beneficiando de forma inequívoca uma determinada instituição privada”, e afirma ainda que “os fatos são contundentes no sentido de que o Estado, através da FDE, gastou mal seus recursos, a partir de critérios pouco claros, realizando uma compra questionável do ponto de vista da pertinência e da necessidade, sem falar no aspecto jurídico principal que é o descumprimento da norma constitucional que exige a licitação para a compra de bens e serviços”.

Para suspender os efeitos do contrato, a ação propõe medida liminar, pela “necessidade de intervenção imediata para cessar imediatamente as práticas delituosas”. Caso as irregularidades sejam comprovadas e os atos praticados pelos agentes públicos julgados como improbidade administrativa, os réus da ação poderão ser condenados a (i) ressarcimento integral dos danos causados aos cofres públicos em função do contrato irregular; (ii) perda da função pública; (iii) suspensão dos direitos políticos, de três a cinco anos; (iv) pagamento de multa e (v) proibição de contratar com o poder público, por cinco anos.

Recentemente, o Observatório da Educação apurou, em reportagem sobre o caso, que a contratação de revistas e outros materiais sem licitação é prática recorrente do governo de São Paulo (leia aqui).

Enviado por: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Licitação Tags relacionadas: , ,

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Gilmar e seus capangas ocupam vagas de deficientes na UNB

GILMAR E SEUS CAPANGAS OCUPAM VAGAS DE DEFICIENTES EM ESTACIONAMENTO DE UNIVERSIDADE


Graças ao bravo e audaz repórter Leandro Fortes - titular do blog Brasília, eu vi , pudemos conhecer o trabalho das estudantes de jornalismo Sacha Brasil e Maria Scodeler, publicado no Campus, o jornal-laboratório da Universidade de Brasília.
Após tocaiar durante um mês os dois Ômegas oficiais que conduzem Gilmar Mendes pra lá e pra cá, as jornalistas constataram que o desrespeito à sinalização e aos deficientes físicos usuários das vagas especiais do estacionamento da UnB é rotina na vida do magistrado-empresário e presidente do STF.
Clique aqui para ler a matéria do Campus.
E acostume-se a visitar o blog do Leandro.

sábado, 6 de junho de 2009

Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3883 servidores do Senado

---------- Forwarded message ----------
From: Movimento Luto e Luta ação de cidadania <lutoeluta@gmail.com>
Date: 2009/5/29
Subject: : Essa precisa de divulgação!!!!!!!!!!!!!!!...Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do Senad

Data: Quinta-feira, 28 de Maio de 2009, 17:17

Na desigual luta "Davi X Golias", há quem se encoraje a fazer algo (e lembre que Davi venceu!!). Vamos nos inspirar e sair da acomodação, fazendo o que estiver ao nosso alcance para que a ética supere qualquer tipo de corrupção!! E não tá morto quem peleia!!




Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do Senado
(07.04.09)

Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram, na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa.

A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e "todos os funcionários do Senado Federal, em número de 3.883 servidores, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney".

Ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano, em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras - segundo a petição inicial.

Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, ex-presidente e ex-secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados.

A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$ 15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos;
mais R$ 500,00 para telefonia residencial, mais onze assessores parlamentares com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros de combustível por dia, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas, ida e volta para visitar a base eleitoral; mais restituição integral de despesas médicas para si e seus dependentes, sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para tratamentos odontológicos e psicológicos" .

Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e Giordani -"impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de R$ 406.400.000, 00,00 ou R$ 5.017.280,00 para cada senador - o que dá uma média de R$ 418.000,00 mensal como o custo de cada senador".

Mariani disse ao Espaço Vital que "como a ação popular também tem motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios legais para se combater a corrupção". Cópia da peça está sendo disponibilizada por este site.

A causa será conduzida pela juíza Vânia Hack de Almeida. Até hoje, ainda não há decisão da magistrada determinando a citação dos réus. (Proc. nº 2009.71.00.009197- 9).
Mensagens: A neve e a tempestade destroem as flores,
mas nada podem contra a semente.

Gibran Khalil Gibran


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sábado, 30 de maio de 2009

Gilmar Mendes usou dinheiro público para "ver" equinócio no Amapá

 

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

GILMAR MENDES USOU DINHEIRO PÚBLICO PARA "VER" EQUINÓCIO NO AMAPÁ



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Dono de escola viajou com tudo pago pelo STF para receber título honorífico e observar de perto o sol incidindo diretamente sobre a linha do Equador

Além das passagens aéreas com tratamento VIP, o povo brasileiro bancou, também, as diárias do ministro Gilmar Mendes em sua passagem por Macapá, nos dias 19 e 20 de março deste ano. Naquela ocasião, o magistrado-empresário largou o serviço em Brasília para ser homenageado pela Assembléia Legislativa do Amapá com o título de "cidadão amapaense", evento que contou com a presença de outro amapaense ilustre, o senador maranhense José Sarney.
O jurista-maior do Brasil aproveitou o embalo e foi até o Marco Zero da cidade conferir a horizontalidade dos raios solares na efeméride conhecida como "Equinócio das Águas".
Tudo com o nosso rico dinheirinho.
Para se inteirar do custo das andanças do Professor Gilmar pelo Brasil e pelo mundo, clique aqui.
Para saber mais sobre o equinócio e sobre as pororocas, clique aqui.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Os livros didáticos em São Paulo

 
29/05/2009 - 09:58

Os livros didáticos em São Paulo

Confesso não entender o que se passa com os livros didáticos em São Paulo.

O Ministério da Educação criou um modelo de seleção dos livros didáticos - creio que desde a época de Paulo Renato - que consistiu em definir comitês, provenientes das diversas Universidades, para analisar os livros. Depois monta-se uma publicação com todos os livros selecionados, que é enviada para todos os professores do país, para poderem escolher livremente. O MEC envia os livros sem nenhum custo para os estados.

Nesse ínterim, teve penetração em algumas prefeituras os chamado cursos apostilados - muitas vezes negociado pelas empresas direto com o prefeito, em vez da equipe da Educação. Foi uma luta feroz, em que um dos competidores era a Abril - conforme você pode conferir na série sobre a Veja.

Quando assumiu, a Secretaria Maria Helena, da Educação de São Paulo, me deu uma entrevista garantindo que iria acabar com a farra dos apostilados. A Secretaria contrataria professores, pagaria pelo conteúdo e pelos direitos autorais, e ela mesmo imprimiria e distribuiria, reduzindo substancialmente o custo.

De repente, muda tudo. Pelo Diário Oficial do estado se fica sabendo de compras imensas, periódicas, de livros sem licitação. E, pelos abusos que estão sendo revelados, sem avaliação pedagógica. Aparentemente, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação vai alocando verbas para cada editora e, depois, que se vai atrás de qualquer livro para preencher a cota acertada.

Não adianta José Serra falar em punir os responsáveis ou quem quer que seja. Esses problemas todos estão ocorrendo devido aos negócios montados pela FDE com editoras, com plena aprovação da Secretaria da Educação. Aliás, passando por cima do que era a orientação inicial da Secretaria.

Sem contar venda de notebooks, previamente configurados com Windows Vista e Microsoft Office, ou aluguel de máquinas por preços acima dos de mercado.

O que se passa?

Enviado por: luisnassif - 

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